A vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, a fonte do Matrix

Por Daniel Rocha

O mangá  Koukaku Kidotai, conhecido  mundialmente como Ghost in the Shell do japonês  Masamune Shirow, ganha  mais uma adaptação para o cinema,  A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell ( 2017), em cartaz,  mas o resultado  é relativo.

Na trama, sinops,  Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Ghost in the Shell  não é um mangá qualquer, desde seu lançamento na década de 1990 que é aclamado pela crítica e pelos fãs  de ficção científica e da cultura pop. A obra influenciou diversas produções Hollywoodianas como Matrix (1999) e Oblivion (2013), antes do filme com atores reais chegar aos cinemas.

É importante lembrar, nesse caso, que o aclamado Matrix (1999) bebeu até a última gota da fonte,Ghost in the Shell  (1995) e por  essa razão o filme recém lançado perde um pouco  o frescor e a originalidade do enredo  que consagrou a obra oriental em 1995.

Mas toda essa impressão é relativa, para quem nunca  assistiu a exaustão o filme Matrix as referências não serão percebidas diante da boa plastica da obra. Em resumo trata-se de um bom filme com cenários, fotografia e efeitos esplêndidos que traz no final uma mensagem bem legal de que não é o tipo de roupa, tecnologia e as grandes corporações que define quem você é. Vale a pena conferir.

Em Cartaz:  A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Cine Teixeira

Sessões*:
HOJE
20:45

Cinesercla PátioMix Teixeira de Freitas

Sessões*

18:40 – 20:40

 

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Veja também: 

Fragmentado – Um bom M. Night Shyamalan

Logan – A despedida dos mutantes

 

 

Programação valida até  05/04

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