Teixeira de Freitas 34 anos: frases sobre a cidade I

Em comemoração aos trinta 34 anos de emancipação de Teixeira de Freitas o site tirabanha preparou uma seleção especial com  algumas frases ditas por pessoas, conhecidas ou não, que revelam o cotidiano, as transformações e a admiração de moradores, autoridades e artistas pela cidade. Você confere aqui em primeira mão.

“O humilde povoado formado inicialmente por famílias negras, conhecido às vezes pelo nome de Mandiocal ou Comércio dos Pretos, não apresentava perspectiva de crescer.”


Jeová Franklin de Queiroz, justificando a ausência do povoado de Teixeira de Freitas na lista elaborada pela enciclopédia dos municípios de 1958 editada pelo IBGE, 1985.

“Hoje estou feliz, encontrando uma população de 30.000 habitantes…Aqui, prometo, colocarei a luz de Paulo Afonso!” 


Governador Antônio Carlos Magalhães na segunda visita ao povoado de Teixeira de Freitas. Ano de 1974.

“Vou logo perguntar a quem me contratou quando ele vai me trazer de volta, porque não dá pra ficar muito tempo sem ver vocês.”


 Ivete Sangalo durante show realizado  no parque de exposição de Teixeira de Freitas em 2012.

“Estou visitando aqui, pela primeira vez, e achei a cidade linda. Estamos em reunião de patriotas e falaremos de costumes, desenvolvimento, cultura, esporte. Estamos unidos, não só de sangue, como culturalmente. Nosso intercâmbio é de coração, de amor e fraternidade.”


Toshio Watanabe, Cônsul Geral do Japão, em visita especial à colônia japonesa da cidade no ano de 2009.


“Esse é um projeto inovador que vai beneficiar todo o extremo sul. É um templo de cidadania e dignidade para nossa juventude.”

Governador Jaques Wagner (PT) após assinar o termo de cooperação técnica que possibilitou a implantação na cidade da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)


“Hoje eu tenho um filho de leite que é rico e não vem mais me visitar, dei leite para ele porque a mãe estava com o peito seco e mandou me buscar. Eu não cobrava porque leite de peito não pode vender, tem que dar, dei durante uma semana, a mãe foi botando no peito até poder dar.”

Vitória lemos, 80 anos, foi ama de leite durante a década de 1970 em Teixeira de Freitas falando sobre o ofício.

“Quero agradecer ao prefeito deste município pela estrutura do hospital, pelos recursos, que apesar de ser uma cidade pequena, dispõe de uma aparelhagem excelente, e há equipe médica que atenderam as vítimas e deram o melhor de si por eles.”

Coronel do Exercito Brasileiro, Heitor Leite, na solenidade de agradecimento ao prefeito municipal Padre Aparecido Rodrigues, em virtude do atendimento aos alunos da Escola de Formação Complementar do Exército Brasileiro (EsFCEx), após o acidente com o ônibus que transportava os alunos da escola, na BR-101 em 2011.

“Quem iria imaginar que Teixeira de Freitas crescesse tanto? Quando chequei aqui era tudo mata em roda. As onças faziam tocaia. Chegamos a matar surucucu no meio da rua, aqui na praça, onde está o jardim.” 

Pedro Guerra, em entrevista a publicação do Banco do Nordeste, 1985.

Veio Manoel de Telvina e botou um boteco entre onde hoje é a padaria Shirley e a Casa Moberck e ficou ali vendendo sua cachacinha. O povo foi fazendo casinha dum lado e de outro”.

Sr. Servídio do Nascimento Correia em entrevista a revista Regional Sul em 1992.

Daniel Rocha da Silva*

Historiador graduado  e Pós-graduando em História, Cultura e Sociedade pela UNEB-X. Latees.

Contato WhatsApp: ( 73) 99811-8769 e-mail: samuithi@hotmail.com

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