Murillo Mello

Já em cartaz nos cinemas, “Invocação do Mal 4: O Último Ritual”, o quarto e último filme da franquia que fez muita gente dormir de luz acesa. Mas calma: dessa vez, além dos sustos, tem emoção e até um final que surpreende, e não é aquele terror puro sangue, não. É mais coração, sabe?

Ed e Lorraine Warren, aquele casal que já enfrentou de tudo, voltam pra encarar um caso sinistro envolvendo um espelho amaldiçoado e uma família em apuros. E pra piorar, a filha deles é possuída e Ed tá se recuperando de um infarto. Ou seja: tensão total. Mas o filme vira o jogo e entrega um final que ninguém esperava e até umas homenagens pros fãs de longa data.

Tem gente conhecida aparecendo na cena final, tipo Lili Taylor, Mackenzie Foy e Frances O’Connor, só pra deixar aquele gostinho de despedida bem feito. A ambientação nos anos 80 tá caprichada, cheia de sombras e aquele som que faz qualquer barulho virar susto.

New Line Cinema (divulgação)

A direção do Michael Chaves, que já levou umas críticas antes, agora acerta o tom: mistura bem os momentos de pavor com cenas mais humanas. E o casal central, interpretado por Patrick Wilson e Vera Farmiga, tá afiado, mais vulnerável, mais intenso, mais real.

Com 2h15 de duração, “Invocação do Mal 4: O Último Ritual ” não é só mais um filme de terror. É o encerramento de uma saga que começou com medo e terminou com fé. Para quem acompanhou desde o começo, é aquele tipo de final que deixa a luz acesa, mas o coração quentinho.

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