Após assistir “Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo” (2023), devo afirmar que o filme não se configura como uma boa adaptação do anime, tampouco como um bom longa-metragem. Contudo, é possível assisti-lo de forma satisfatória caso seja encarado como uma obra derivada da fonte original, semelhante ao emblemático “Os Mestres do Universo” do icônico He-Man.

Os personagens com nomes familiares aos fãs, presentes na trama, pouco têm em comum com suas contrapartes animadas. Apenas o treinamento do protagonista Seiya sob a tutela de Marin é capaz de resgatar a memória afetiva do anime original.

Porém, é inegável que o filme termina justamente no momento em que começa a engrenar, deixando-nos com o anseio por uma continuação que possa atender plenamente ao potencial da franquia.


Em síntese, apesar de seus defeitos, “Os Cavaleiros do Zodíaco” é assistível em seu papel de obra derivada, uma vez que evoca em nós a nostalgia pela franquia. Contudo, resta a esperança de que, em futuras oportunidades, a obra possa ser melhor trabalhada e desfrutar plenamente de seu potencial.

Em cartaz

Teixeira de Freitas – Pátio Mix – 16:00 – 18:15 – 20:30

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