Esquina poetica

Revolução dos cravos

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  Ao romper a manhã,  o povo ocupa as ruas  na Cinquentenário,  na Paulista,  na Candelária,  no Farol da Barra.    Na esquina do café,  uma moça entrega   uma rosa ao soldado,  e logo várias rosas  são entregues em  meio à multidão.    Na tv, Bethânia recita  Castro Alves e Pessoa;  e no...

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Juízo final

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Seguem os senhores da guerra construindo muros entre pessoas, povos e nações, destituindo direitos de indefesos presos à lei do mais forte, na sombria selva do capital. Eis que virá o dia então, em que o mais corajoso dentre os...

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Saudades da infância!

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Por Paulo Alves   Gosto do tempo de infância, onde a militância era ser criança. Criança sem malícia ruim, sem maldade, onde a única alegria era brincar, fazer de conta e criar! Recordo que em um passado tão breve, vivia...

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Mulher!

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Por Paulo Alves. Mulher, sinônimo de tudo de bom e melhor. Mulher, nunca foi e nunca será sexo frágil. Mulher é para doar e estocar força, sabedoria e sentimento. Começou sendo criada em um lugar perfeito, no jardim de Deus....

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A carta

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A carta se perdeu nas areias do tempo… De Bandeira a Drummond, Rimbaud a Verlaine, Cecília a Clarice, registros, letras e marcas atemporais… Ontem, a grafia, a página escrita com devoção; hoje, a fria letra impessoal na tela digital, a refletir o inadmirável mundo novo! Erivan Augusto Santana     Veja...

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Fim de tarde

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No poente, o sol alaranjado anuncia o fim da tarde. Na mesa, o chá e o pão, os sabiás se despedem do dia, as andorinhas buscam o refúgio da noite, enquanto na igreja, badalam os sinos. Lá fora, jovens retornam da escola… Na instabilidade das horas, na impermanência do...

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Mal me querem

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De volta ao cotidiano. Às mesmices e crachá. Teimam em me miniaturizar. Insistem em me caber num crachá, Num número, num endereço. Não caibo. Por muitas vezes, Nem caibo em mim. Que posso fazer, pra que me entendam? Não me...

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O ensaio de Maitê

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  Os olhos verdejantes da deusa iluminavam a manhã de novembro, e a maestria de Cézanne captava o nu natural e a beleza daquele instante.. O côncavo e o convexo, as curvas sinuosas, se misturavam à paisagem italiana, enquanto saudoso, Leonardo se lembrava da Monalisa: o corpo tem o sopro do Divino! Erivan Augusto...

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