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“Coringa” mexe com o público em sua pré-estreia na cidade

Por Daniel Rocha

O Cine Teixeira, realizou com sucesso a pré-estreia do filme mais transgressor do ano, Coringa (2019), interpretado com maestria pelo ator Joaquin Phoenix, que diferente das habituais produções baseadas em quadrinhos não provocou gritos, aplausos ou sorrisos e sim angústia, medo e questionamentos no público presente que deixou a sala predisposto a interagir e debater.

Debates depois da sessão

Perturbador do início ao fim, a construção do icônico personagem mais conhecido do universo do Batman faz lembra o livro “Os Miseráveis” na parte da obra literária que diz, “Eu tive um sonho que a vida seria tão diferente do inferno que é hoje,” sendo esse o apelo universal da fita que de alguma forma se conecta estranhamente com algum questionamento ou momento vivenciado por quem assiste.

O longa também fala, através do personagem, sobre a raiva socialmente disfarçada, a exclusão, a ideia de sucesso a qualquer custo e a inconformidade diante dos discursos políticos que estupram mentalmente os reprimidos.

Por fim, o filme é uma obra de arte que precisa ser vista por mentes que desejam debater sobre a construção narrativa do filme, tal como fizeram alguns depois da impactante sessão de pré-estreia do Cine Teixeira, onde Coringa segue em cartaz com sessões às 18H00 e 20H30.

O ESTADO DAS COISAS

Erivan Santana*

Este é o título de um filme de produção americana, de 2017, e em que pese o fato de a maioria dos filmes produzidos pelo cinema americano seguirem a linha “blackbusters”, de grande apelo comercial, este se difere, ao procurar analisar a ordem social, poltítica e econômica em que vivemos, através dos conflitos existenciais vividos pelo personagem Brad Sloan, interpretado por Ben Stiller.

O filme mostra um personagem plenamente inserido nos dilemas da era moderna, sempre preocupado em se comparar aos amigos e antigos colegas de faculdade, numa perspectiva de poder, fama e dinheiro. Apesar do filme se ambientar nos EUA, em tempos de capitalismo globalizado, a relação com outros contextos é imediata, incluindo a brasileira.

Nos tempos atuais, não há na verdade, a preocupação em ser feliz, mas uma atenção voltada sobretudo para o sucesso econômico, status social e posses materiais, daí a surgir sempre esta tendência de estar se comparando ao próximo.

Outra tendência, esta amplamente estudada e percebida pelo filósofo francês Michel Foucault em obras como “Vigiar e Punir” e “Microfísica do Poder” é a constante vigilância que ocorre na sociedade moderna, feita pelos indivíduos, uns aos outros, sempre afeitos ao julgamento, sendo que o desenvolvimento tecnológico tem muito a contribuir.

É importante observar que diante de tais realidades, instala-se na sociedade uma espécie de controle, dos corpos e das mentes das pessoas, vivendo em sociedade, sempre visando a interesses de ordem econômica, social e política.

Neste particular, conforme salienta o filósofo francês, até mesmo a educação – que em tese, deveria ser crítica e independente – atua sempre voltada para o “controle disciplinar”, muitas vezes impedindo o desenvolvimento da leitura crítica de mundo pelos discentes.

Portanto, as engrenagens do sistema capitalista globalizado atuam em conjunto, envolvendo, segundo Foucault, grandes empresas, meios de comunicação, instituições religiosas e jurídicas, entre outras.

Desta forma, este é o grande mérito do filme “O estado das coisas”, ao colocar na tela do cinema um personagem confuso e angustiado, refletindo os grandes dilemas da era moderna, uma realidade facilmente percebida na vida de muitas pessoas e nas nossas, o que é pertubador.

Nunca se pergunta: você é feliz? Pergunta-se sempre se a pessoa estuda em uma escola ou universidade de renome, se formou em uma profissão (normalmente aquelas reconhecidas como de status social) ou se adquiriu o mais novo carro do ano ou o último modelo de celular.

Assim caminha a humanidade, esperamos que a arte também continue a caminhar, como testemunha do nosso tempo, numa perspectiva humana e crítica.

Erivan Santana (professor, escritor e poeta)
Crônica publicada no jornal A Tarde, Salvador, 21/11/2018

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TEMPO É DINHEIRO

TEMPOS SOMBRIOS: INSTANTÂNEOS DA REALIDADE

 

Em cartaz em Teixeira de Freitas : Animais Fantásticos 02

Por Daniel Rocha

O costumeiro universo de Harry Potter, Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, foi ultrapassado com Animais Fantásticos e Onde Habitam (2016) feito para agradar e conquistar  velhos e novos fãs . Contudo,  o segundo filme da série Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald (2018) retrocede em relação a isso e pode não agradar quem não viu o primeiro.

No filme, Newt Scamander reencontra os queridos amigos Tina Goldstein, Queenie Goldsteine Jacob Kowalski. Ele é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore, para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald, que escapou da custódia da Macusa (Congresso Mágico dos EUA) e reúne seguidores, dividindo o mundo entre seres de magos sangue puro e seres não-mágicos.

Se você é fã e viu  “Animais Fantásticos e Onde Habitam” a experiência será perfeita, pois a produção acrescenta muitas novidades ao universo fantástico dos bruxos, se for apenas um marinheiro de primeira viagem ficará perdido diante de uma narrativa confusa e pouco foco nos personagens que se desenvolvem mal.

Em resumo, o filme de excelentes efeitos especiais, agrada mais quem já é fãs e existe para conduzir a narrativa e o público para os eventos do filme seguinte que deve ser ambientado no Brasil, conforme a autora expressou no Twitter.

Em cartaz  no Cine Teixeira Mall

Animais Fantásticos
Sessões:

15:15H / 18H / 20:45H

Cinesercla PátioMix Teixeira de Freitas 
Dublado em português
2D
20:40

Informações Adicionais:
Classificação: 12 anos 
Gênero: Fantasia / ação
Duração: 120
Dublado

 

O cineclubismo em Teixeira de Freitas


Por Daniel Rocha

Os cineclubes além de oportunizar a exibição de filmes que geralmente não chegam ao circuito comercial também busca desenvolver a sensibilidade e a consciência crítica do público através de conversas e debates, em Teixeira de Freitas dois vem se destacando ao realizar esse trabalho, o Conversê Cineclube e o Cineclube Sal na Pipoca.

Criado pela motivação de pessoas que apreciam exibir filmes para debate, de forma gratuita e popular, os cineclubes  tem dentre outras coisas chamado à atenção de quem comparece as sessões para os detalhes que são evidenciados ou silenciados na construção  narrativa das produções.

 

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Cartaz de divulgação da sessão de maio do Conversê

 

Um bom exemplo dessa motivação e trabalho e o Conversê Cineclub, o primeiro da cidade, fundado em setembro de 2007, resultado de um projeto de extensão do curso de história da UNEB-X,  coordenado pela professora Liliane Fernandes em parceria com acadêmicos da primeira turma do curso de história.

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Josias Pires na exibição realizada no espaço Cultural da Paz. Foto: Jasmim Lima

Além de exibições especiais de filmes e a realização de debates, no formato roda de conversa, o cineclube, que no mês de maio deste ano de 2018 exibiu com destaque, em parceria com o Espaço Cultural da Paz, o documentário baiano “Quilombo dos Macacos” com a presença do diretor Josias Pires, busca através de exibições no espaço acadêmico ou comunitário interagir com a comunidade e discutir as conexões entre a arte e a realidade.

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Exibição do Sal na Pipoca no CSU

Outro bom exemplo é o do Cineclube Sal na Pipoca que na última semana ( 17/07) realizou no CSU (Centro Social Urbano) a exibição do filme “Nise – O coração da loucura” , a mediação ficou por conta do radialista Ramiro Guedes e outros convidados. O cineclube que faz parte do Coletivo das Artes Mutirô também tem como proposta exibir filmes fora do circuito comercial e promover com ajuda de convidados conversas e debates sobre os aspectos dos filmes exibidos.

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Ramiro Guedes mediação e exposição

Conversas e debates que são bem – vindos em uma cidade que conta com seis salas comerciais, duas no Cine Teixeira, Shopping Teixeira Mall e quatro no Cine Cinesercla, Shopping Pátio Mix. Empreendimentos que anseia pela manutenção da cinefilia da massa que para os cineclubistas podem e devem ter um olhar mais conscientes e atento ao que é exibido na tela.

Quer participar? Fique atento nos principais sites de notícias da cidade onde a programação é sempre divulgada, ou aqui no site tirabanha.com.

A multirreferência em Deadpool 2

Por Daniel Rocha

Tão eficiente como o primeiro filme da franquia lançado em 2016, Deadpool 2 (Em cartaz) traz durante duas horas de filme diálogos recheados de divagações com citações a personagens e filmes, séries, música e desenhos animados da cultura pop, que evidencia a tendência multirreferencial das recentes produções americanas.

Essa nova investida de Hollywood é certeira, pois, muni os nerds, eternos consumidores, de status por ter visto os filmes referenciados e atiça a curiosidade dos que não conhecem para os produtos citados.

A multirreferência ajuda o expectador a vivenciar experiencias novas e a indústria lucrar ainda mais para além da quebra da 4º parede, tão bem explorada pelo personagem do filme, que não economizam em citações e piadas, por exemplo, feitas com produções da DC e personagens do  universo dos X- Men.

Porém o filme não se resume apenas nisso, Ryan Reynolds entrega um Deadpool fiel aos quadrinhos e a si mesmo, Josh Brolin um Cable de motivações convincentes e Zazie Beets uma simpática Dominó e seus poderes de sorte.

A sequência é bem divertida e mais uma vez rompe com o velho clichê “herói com poderes especiais salva o mundo da destruição” e diverte com doses cavalares de ação, humor escatológico e referência a cultura pop.

DEADPOOL   02

CINESERCLA PÁTIOMIX TEIXEIRA DE FREITAS

Sessões:

18:30H / 20:50H / 21:00H

CINE TEIXEIRA

Sessões:

18:00H / 20:30H

 

 

Informações Adicionais:

Classificação: 18 ANOS

Gênero: AÇÃO / COMÉDIA

Duração: 2H00MIN

Dublado

*Programação sujeita a alterações.

Documentário “A Luta do Século” tem pré-estreia em Salvador

Por SecultBA

Dois pugilistas. Dois nordestinos. Dois rivais no boxe. Um baiano, ex-estivador do Porto de Salvador. O outro, pernambucano, ex-jardineiro. Pobres, chegam ao auge da carreira no Brasil na década de 1990, tornam-se rivais no ringue, ganham dinheiro, fama, mas acabam voltando à realidade do lugar de onde despontaram para o estrelato – a extrema pobreza vivida nas periferias das capitais de seus respectivos estados.

Este é o mote do documentário A Luta do Século, protagonizado pelos boxeadores Reginaldo Holyfield, baiano, e Luciano “Todo Duro”, pernambucano. O filme, de 78 minutos, do diretor Sergio Machado, entra no circuito comercial do País no próximo dia 15, já premiado pelo júri oficial do Festival do Rio 2016 como Melhor Documentário.Pré-estreia – Produzido com recursos do Governo do Estado, que financiou R$ 547 mil, através de edital do Fundo de Cultura da Bahia, o longa tem pré-estreia na próxima segunda-feira (12) no circuito UCI Orient do Shopping da Bahia. Às 10h30, será apresentado a jornalistas e formadores de opinião, e às 21h, duas sessões estão previstas. Uma delas para convidados, e a outra sessão destinada ao por meio da venda de ingressos, que já está aberta. O filme ainda terá pré-estreia em Recife na terça (13) e na quinta (15) na cidade de Fortaleza. Também no dia 15, ganha em Salvador a sua estreia oficial. O trailer oficial do documentário já pode ser conferido no endereço: https://youtu.be/xZE7J3uAYkA.

A Luta do Século narra a trajetória dos pugilistas Reginaldo Holyfield e Luciano Todo Duro, que encontraram no boxe uma maneira de escapar da miséria. Tornam-se dois dos maiores ídolos do esporte nordestino. A rivalidade entre eles colocou em pé de guerra a Bahia e Pernambuco nos anos 90. Durante mais de vinte anos, os dois se odiaram tanto que não podiam dividir o mesmo espaço sem se agredir.

O enfrentamento ocorreu seis vezes, com três vitórias para cada lado. Durante as filmagens, os rivais, já com mais de 50 anos, resolveram se enfrentar pela última vez. A produção de A Luta do Século é da Lata Filmes, Mar Filmes, Mar Grande Produções, Muiraquitã Filmes e Ondina Filmes. A coprodução é do Canal Brasil e a distribuição realizada pela Vitrine Filmes.

Na avaliação do superintendente de Promoção da Cultura da SecultBA, Alexandre Simões, o Fundo de Cultura tem sido um instrumento fundamental para incentivar e fomentar as produções artístico-culturais da Bahia. “Apesar da crise econômica do país e da limitação dos recursos públicos, a Bahia tem sido pioneira na busca por alternativas para promover as atividades artístico-culturais em nosso estado, principalmente para os projetos que encontram pouca receptividade da iniciativa privada. O Fundo de Cultura é um deles”, diz Simões.

O diretor de A Luta do Século, Sérgio Machado, já é um antigo conhecido dos amantes do cinema brasileiro. Com diversos prêmios conquistados ao longo de sua carreira, sagrou-se com o primeiro longa de ficção que dirigiu, “Cidade Baixa”, ambientado na capital baiana. Este filme lhe rendeu 30 prêmios, entre eles o da Juventude no Festival de Cannes e melhor filme nos festivais do Rio e Huelva, na Espanha.


Ficha Técnica

Produção: Lata Filmes, Mar Filmes, Mar Grande Produções, Muiraquitã Filmes e Ondina Filmes.
Coprodução: Canal Brasil
Distribuição: Vitrine Filmes
Direção: Sérgio Machado
Produtores: Diana Gurgel, Eliane Ferreira, Joana Mariani, Lázaro Ramos, Tânia Rocha
Produção Executiva: Eliane Ferreira
Trilha Sonora: Beto Villares, com colaboração de Jorge du Peixe, Russo Passapusso e Siba
Direção de Fotografia: Breno Cesar e Jeronimo Soffer
Montagem: Hélio Vilela e Quito Ribeiro
Desenho de Som: Beto Ferraz
Mixagem: André Tadeu
Som Direto: Kleber Morais e Lucas Ramalho
Direção de Produção: Chica Mendonça e Fabíola Aquino
Roteiro: Sérgio Machado e Eli Ramos
Design Gráfico: Daniel Wildberger

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias de Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br 

Pantera Negra: mais do que um filme de herói

Por Daniel Rocha

Pantera Negra ( 2018) é um filme  do estúdio Marvel  que ao trazer nas entrelinhas  de sua narrativa uma mensagem verdadeira sobre a história, memória  e  dominação da África.

O filme também mostra que como qualquer outro continente a Africa  é capaz de se transformar tecnologicamente  sem abandonar suas raízes, cultura, deuses e folhas.

A obra, campeã de bilheteria, trouxe pela primeira vez  em um filme do gênero  uma abordagem atípica em Hollywood sobre o povo africano historicamente silenciado.

A forma como o herói e o país fictício do continente são retratados pelo filme, os questionamentos sobre a colonização e supressão de direitos  provocados durante séculos por exploradores brancos e ,contemporaneamente, pela CIA “que derruba governos e se apropria  dos recursos existentes”, são  méritos da obra que consegue ir para além do prisma de um filme de  super-herói. 

Informações Adicionais:

Classificação: 12 anos 
Gênero: AÇÃO
Duração: 120

Documentário “Eu não sou Negro” disponível no Youtube

Por Daniel Rocha

O documentário americano Eu não sou Negro ( “I’m Not Your Negro”)  baseado no livro inacabado de James Baldwin (romancista, ensaísta, dramaturgo, poeta e crítico social estadunidense) ,falecido em 1987, sobre o racismo nos EUA faz uma excelente introdução a história do negro americano e as questões raciais contemporâneas.

 

Com relatos sobre as vidas e assassinatos dos líderes ativistas Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King Jr o longa é um  registro  único sobre política racial daquele país.

 

Feito de forma concisa e emocionante o documentário  que foi indicado ao Oscar 2017 não é um filme divertido mas é  intimista e evidencia o quanto a história do negro americano carece de abordagens mais verdadeira nas telas. A direção é do diretor haitiano Raoul Peck a narração é do ator Samuel L. Jackson. Disponível no Youtube. 

 

Assassinato no Expresso do Oriente

Por Daniel Rocha

Um clássico, este livro de Agatha Christie que de tão envolvente e conhecido chama atenção toda vez que é adaptado para o cinema ou para TV. Quando isso ocorre as chances de não atender as expectativas também são expressivas.

O filme, sinopse, Assassinato no Expresso do Oriente (2017) conta a história de treze estranhos presos em um trem, onde todos são suspeitos. Um homem deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente.

Apesar de não ser nenhuma obra-prima o filme tem um elenco de peso, Penelope Cruz, Willem Dafoe, Judi Dench, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley e Josh Gad, um roteiro sombrio e bem amarrado que só peca por não impactar como deveria em algumas situações e cenas de grandes expectativas.  Diversão garantida.

Em Cartaz:

Cinesercla PátioMix Teixeira de Freitas
20:30

 

Informações Adicionais:

Classificação: 12 anos

Gênero: Suspense

Duração:

Dublado

*Programação sujeitas a alterações.

Liga da Justiça

 

Por Daniel Rocha

Apesar de tanta badalação, é engraçado como o filme Liga da Justiça (2017), em cartaz, que reuni a equipe de heróis mais famosa do universo DC, é decepcionante e ao mesmo tempo capaz de agradar crianças e adolescentes.

No filme, sinopse, impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

Apesar da riqueza visual e da produção caprichada, o filme exagera com um roteiro que equilibra mal o humor, a dramaticidade e o vilão, pouco relevante.

Porém ao mirar nas crianças e adolescentes, seu público-alvo, o longa acerta em cheio com piadinhas e discursos clichês, uniformes estilizados, pancadaria e demonstração de força. Um filme para se ver ,divertir e esquecer.

CINE TEIXEIRA
Sessões:
18:15H / 20:45H

Informações Adicionais:
Classificação: 12 anos 
Gênero: Ficção Científico / Ação
Duração: 2h 00min
Dublado

Programação sujeita a alterações.