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Teixeira 35 anos: Algumas curiosidades do cotidiano do ano da emancipação

Por Daniel Rocha

Em uma cidade que se tornou predominantemente urbana no modo de viver a população não escapou e nem escapa de ter a memória marcada pelas mídias de difusão em massa que influenciaram e influenciam experiências sensoriais e coletivas. Dito isso, o site selecionou algumas curiosidades que mostram a dinâmicas  cotidianas e culturais do ano da emancipação.

01 – Quando Teixeira de Freitas foi emancipada no dia 09 de maio de 1985 a cidade já contava com uma razoável estrutura de equipamentos comunitários com dois clubes (Jacarandá e Floresta) dois cinemas (Cine Brasil e Cine Horizonte) e duas estações de rádio (Difusora e Alvorada AM). Uma estação repetidora de sinal de TV para 02 canais, um estádio de futebol e três praças no centro da cidade.

02 – A cidade era servida por uma linha de ônibus urbanos atendida por dez coletivos que ligava a Escola Média de Agropecuária da CEPLAC-EMARC à Vila Vargas, passando pelo bairro do Trevo, Avenida Presidente Vargas e centro da cidade. O horário usado pelos os alunos da EMARC eram evitados por alguns devido a “zoação” da rapaziada no ônibus.

03 – Na época o Centro educacional professor Rômulo Galvão além da educação básica ofertava cursos técnicos em nível de segundo grau. Naquele ano o ensino noturno estava em alta e tinha como alunos trabalhadores do comércio, moças e rapazes. Alguns que,  depois da aula, ficavam na Avenida Getúlio Vargas a espera de seus pares.

04 – Os artistas da cidade formavam um coletivo chamado “Consciência” que reunia variados artistas como artesãos, escultores, cantores e poetas que promoviam no último domingo de cada mês uma feira artística livre na Praça da Prefeitura e shows com talentos musicais no palco do Cine Brasil, que também era uma espécie de casa de espetáculos da cidade.

Icônico LP. O som local da emancipação.

05- Para além dos destaques da paradas musicais nacional e internacional , as emissoras de rádio teixeirenses  também era lugar  aberto para a  música e músicos locais como o popular Carlitos Gomes que naquele ano (1985) lançou o icônico LP “Quero Ter seu amor,”  com músicas populares e genuinamente teixeirense que  invadiu os bares, boates e outros espaços da cidade recém- emancipada.

06 – No Cine Brasil, estima-se que o filme “Os Trapalhões no Reino da Fantasia” atraiu, como toda fita do grupo de Renato Aragão, uma multidão para sala mais procurada da cidade alguns meses antes da realização da primeira eleição municipal de Teixeira de Freitas. 

07 –  Na cidade emancipada o domingo era dia de jogar futebol nos diversos campos espalhados pelos bairros do município . No estádio municipal as equipes profissionais de grande destaque como o CEFBOL (Clube Estudantil de Futebol) ,criado com o apoio dos estudantes do CEPROG (Centro Educacional Professor Rômulo Galvão), conquistava com destaque os torcedores. Com a emancipação as equipes locais puderam enfim organizar oficialmente a chamada L.F.T.F. (Liga de Futebol de Teixeira de Freitas), concretizada em 1987.

08 – No dia da emancipação a TV Globo, uma das duas emissoras sintonizadas na cidade, reprisava a novela “Elas Por Elas” no “Vale a pena ver de novo” e a Sessão da Tarde exibiu o filme “Por Um corpo de Mulher.” Durante a noite exibiu também a inédita “Corpo a Corpo” novela das oito que em Teixeira era acompanhada por uma população que dividia a sala e as janelas com os vizinhos que não tinham TV.

09 – Enquanto a cidade emancipada sonhava com uma Biblioteca pública, o livro  “A Insustentável Leveza do Ser”, Milan Kundera, dominava o topo da lista dos mais vendidos do país. Lançado em 1982 a obra estaria disponível na cidade se houve um melhor acesso a leitura.

10 –  Até 1985, quando foi promulgada a Emenda Constitucional nº 25 à Constituição de 1967, os analfabetos não tinham o direito de votar, viviam à margem da democracia no país. Por isso muitos não puderam participar do plebiscito sobre a emancipação da cidade realizada em no final de 1984. Curiosamente o Congresso Nacional aprovou o direito ao voto na noite do dia 08 de maio de 1985, um dia antes do governador do estado oficializar a emancipação da cidade. A aprovação permitiu a participação dos não alfabetizados na eleição que elegeu o primeiro prefeito em 15 novembro de 1985.

Fontes:

BANCO DO NORDESTE, As origens. Teixeira de Freitas, Fortaleza – Ceará. Janeiro 1985.

ROCHA. Daniel; OLIVEIRA.Danilo. Cinema – Contribuições no Processo de Formação da Sociedade de Teixeira de Freitas nos anos de 1960, 1970 e 1980. UNEB, Campus X – 2010

DETHLING, William Moacir. Teixeira de Freitas entra em campo: A história do futebol da cidade de Teixeira de Freitas entre os anos de 1970 e 2000. UNEB – X. 2011.

JB. Programação da TV. 09 de maio de 1985. 

Carlitos Gomes: http://dicionariompb.com.br/carlito-gomes/discografia

O causo da Marrom Glacê e a copa de 1986: 

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Daniel Rocha da Silva*

Historiador graduado  e Pós-graduando em História, Cultura e Sociedade pela UNEB-X. Contato WhatsApp: ( 73) 99811-8769 e-mail: samuithi@hotmail.com

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Teixeira de Freitas 1985: política, confrontos e agressões

Por Daniel Rocha

Confrontos e agressões violentas marcaram a eleição para escolha do primeiro prefeito da cidade de Teixeira de Freitas em 1985. Durante o processo, movidos por sentimentos de ódio e amor partidários e amantes políticos agrediram eleitores e a juíza eleitoral da época, Neuza Oliveira, na Praça da Independência, hoje conhecida como Praça da Bíblia.

Segundo informou o Jornal do Brasil de 15 de novembro de 1985 , nas primeiras horas da manhã daquele dia um grupo de adeptos da coligação PTB-PDS-PDT chegaram  nas primeiras horas da manhã à estação rodoviária  da cidade, hoje conhecida como Rodoviária Velha, ocupando o lugar de desembarque dos ônibus de passageiros  para interrogar os eleitores  que chegavam ao local qual era o candidato que votaria no dia da eleição.

Nesse ambiente de pressão os passageiros que se declaravam eleitores do candidato Timóteo Brito, então do PTB,  eram recebidos com ovação e palmas, já os que se mostravam intencionados em votar no candidato do PMDB, Francistônio Pinto, eram levados e  agredidos na dita praça. De acordo com o jornal, a polícia “assistia tudo sem fazer nada”.


Notícias de uma “guerra particular

Mais tarde, os elementos da mesma coligação, movido pelo seu partidarismo, amor e ódio, liderados pelo PTB, na época alinhados a figura de Antônio Carlos Magalhães, o ACM, passaram a derrubar outdoors do candidato do PMDB- PFL, que diante da situação procurou a juíza eleitoral, Neuza Oliveira, para solicitar ajuda e providências.

Ciente da situação a juíza foi até o terminal rodoviário para tomar providências e acabou sendo “agredida a pontapés e empurrões” pelos furiosos partidários das duas coligações que já se encontravam em um caloroso confronto, comuns em períodos eleitorais na cidade que na eleição de 1982 já havia registrado algo da mesma natureza no mesmo lugar e espaço.

De acordo com os historiadores Jailson Guerra e Leonardo Santos Silva em um trabalho monográfico em 2011, os confrontos e demonstrações de apoio exacerbados dos partidários durante o processo eleitoral de 1982 e 1985 podem ser associados ao contexto político da época, Ditadura Militar,  e ao jogo de interesses que permeiam o meio e a fascinação exercida por certos candidatos.


Timóteo Brito e
Francistônio Pinto

Visto que, enquanto as reações dos partidários, correligionários, apoiadores e financiadores liga-se à distribuição de cargos públicos, parcerias, fiscais e licitações as reações do “amante” foge à essa regra. “É uma coisa pessoal, é um sentimento de paixão. O amante sempre enxerga no candidato as suas qualidades e no adversário os seus próprios defeitos. Um sorriso, um abraço, um aperto de mão é o suficiente para deixá-lo feliz”.

No presente é possível perceber esse mesmo sentimento nas redes sociais onde  alguns  teixeirenses opinam a partir das suas próprias convicções sobre a política nacional, sem  se atentar que ao tomar partido deixam de observar e dar atenção a aspectos importantes como a garantia dos direitos conquistados e a manutenção da liberdade democrática.

  Daniel Rocha da Silva*

Historiador graduado  e Pós-graduando em História, Cultura e Sociedade pela UNEB-X.

Contato WhatsApp: ( 73) 99811-8769 e-mail: samuithi@hotmail.com

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Fontes:

GUERRA, Jaison C. Pereira; SILVA. Leonardo Santos. O processo de emancipação política de Teixeira de Freitas (1972-1985). UNEB 2010.

Juíza leva pontapés e empurrões. Jornal do Brasil. 15/11/1985. Acervo site tirabanha.

Foto: Praça da Bíblia. Ano desconhecido. Fonte: Memorial da Câmara.

Deu nos jornais: o processo de emancipação de Teixeira de Freitas

 Por (Daniel Rocha ) Práticas assustadoras, perspectiva de um grande futuro. Veja como foi observado por alguns periódicos da época o processo de emancipação  política-administrativa da cidade de Teixeira de Freitas-BA. Processo que começa com uma consulta popular (plebiscito) no ano de 1984 e termina dali a um ano quando se realiza a primeira eleição para escolha do primeiro prefeito.

Em 1985, Teixeira de Freitas já havia se emancipado politicamente após o referido plebiscito, aguardava-se ansiosamente a realização da histórica eleição a fim de ser eleito o pioneiro prefeito, o que ocorreria em 16 de outubro de 1985.

Nesse contexto local que o jornalista Franklin de Queiroz registrou a perspectiva pós-emancipação para a revista Teixeira de Freitas – publicação comemorativa encomendada pelo banco do Nordeste recém chegado à cidade.

“Chegamos ao município em um momento decisivo de sua história, quando a população resolveu em plebiscito perder o título de “ O segundo maior povoado do mundo” para conquistar a emancipação administrativa e com ela se inscreve entre as dez maiores cidades do estado da Bahia (…)”

Na ocasião, em conversa com Wilson Alves de Brito, prefeito de Alcobaça, que cabia por lei Administrar a cidade até  a realização da primeira eleição municipal, registrou  o otimismo expresso em relação o futuro da cidade, como segue:

“ Quando cheguei aqui, a povoação não era nada. Só tinha uma casa coberta de telha. Todas as outras eram cobertas de palha ou de tabuinhas. Esta é uma região que promete bastante. Com a emancipação de Teixeira de Freitas vejo a nova cidade ocupando  a posição de “Capital” do extremo Sul da Bahia, região classificada, como o segundo polo graneleiro do Estado e a maior produtora de mamão do mundo”.

Menos ufanista, um ano depois o periódico paulista O Estado de São Paulo de 31/10/1985 noticiou um clima de terror e violência que ocorria na cidade durante a campanha eleitoral para escolha do primeiro prefeito, disputa acirrada entre Francistônio Pinto e Timóteo Brito.

“Duas pessoas já morreram durante a campanha eleitoral no recém-criado município  de Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia e, para evitar uma nova onda de violência, ontem a juíza Neusa Maria Oliveira Nascimento requereu ao TRE baiano o envio de tropas federais à cidade no dia da eleição.”

Decorrido o processo eleitoral que logrou Timóteo Alves de Brito prefeito, o jornal local Extremo Sul Agora de dezembro de 1985, dedicou a sua capa e quatro páginas ao resultado dessa eleição. Com o olhar pretensioso e discurso desenvolvimentista face às dificuldades econômicos do país e os desafios sociais da nova cidade, o fato foi noticiado da seguinte maneira:

“Graças às presenças de magistrados das comarcas do extremo sul e à chegada  providencial de reforços do Exército Brasileiros, a contagem transcorreu num clima de tranquilidade (…) Para que o desenvolvimento do mais novo Município baiano não se faça de forma desordenada, sem orientação, o prefeito, recém-eleito, achou por bem determinar a elaboração de um plano diretor para Teixeira de Freitas, plano que será traçados por técnicos urbanistas. Com o desenvolvimento planejado, Teixeira será , em breve, a grande metrópole do Extremo Sul Baiano”.

Uma constatação que parece confirmar as palavras do então prefeito Alcobacenses ditas  tão logo a nova cidade havia se emancipado.

Material  com direitos autorais   não pode ser reproduzido, no seu todo ou em parte, sem a expressa  autorização do autor.

Fontes e citações: 

BANCO DO NORDESTE, As origens. Teixeira de Freitas, Fortaleza – Ceará. Janeiro 1986.

Extremo Sul Agora. Teixeira de Freitas elege o seu primeiro prefeito.  Dezembro/1985. Mucuri/BA

O estado de São Paulo. Cidades baianas pedem tropas para a votação. Agência Estado. São Paulo/1985.

Daniel Rocha

Historiador, Pós-Graduado em História  cultura  e sociedade ( UNEB ), Cinéfilo e blogueiro criador do blog Tirabanha em 2010.

Contatos do WhatsApp: (73) 998118769

Veja também:

O causo da Rua do Brega: Parte 01

O Saneamento Básico na História de Teixeira de Freitas parte 1

O causo do Batizado

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Emancipação: História e Memória

Por Daniel Rocha*

Em 15 de novembro de 1984, foi realizado o plebiscito onde os moradores do povoado de Teixeira de Freitas, então dividida pela Avenida Castelo Branco entre os municípios de Caravelas e Alcobaça, escolheram não depender mais das cidades-sede. Um ano e alguns meses depois, 1985, houve a eleição que elegeu Timóteo Alves de Brito como o primeiro prefeito da cidade recém-emancipada.

Segundo a moradora Lília do Carmo,48 anos, no dia da emancipação política da cidade  houve uma grande festa nas principais avenidas e na praça da rodoviária hoje conhecida como  Praça da Bíblia, lembra ainda que a emancipação trouxe  grandes expectativas aos moradores.

“Minha mãe quando chegou da cidade de Candeias para morar cá de início não gostou muito porque a cidade não tinha estrutura, nossa rua , D. Pedro Primeiro no bairro Wilson Brito  mesmo era só o barro, mas como a emancipação era promessa de melhoras  resolveu ficar”.

A expectativa que refere foi criada envolta da realização do plebiscito em 15 de novembro de 1984 onde os moradores do povoado de Teixeira de Freitas optaram pela emancipação. Um ano depois, 1985, foi realizada eleição para a escolha do primeiro prefeito que só assumiria o cargo em 1986. A movimentada eleição deixou eufórica o grande povoado que na época contava com 50 mil habitantes.

De acordo com Jailson C. Pereira Guerra e Leonardo Santos Silva, no trabalho mais completo sobre o assunto O processo de emancipação política de Teixeira de Freitas (1972-1985),   disputaram a prefeitura os candidatos; Franscitônio Pinto, Vitor Ferreira de Guimarães e o vencedor Timóteo Alves de Brito.

Ainda de acordo com informações do trabalho dos autores, durante a campanha houve discussões acaloradas “ânimos exaltados” e briga entre partidários, 11 mil títulos concedidos irregularmente foram anulados por suspeita de fraude no cartório eleitoral da cidade. Devido a violência e confrontos entre eleitores, tropas federais foram enviadas ao município. Duas mortes relacionada ao processo foram registradas.

O clima de apreensão e violência foi noticiado por um jornal da região e outro do país. De acordo com o jornal, Extremo Sul Agora, de dezembro de 1985. ” Graças às presenças de magistrados das comarcas do extremo sul e à chegada providencial de reforços do Exército Brasileiro, o processo transcorreu num clima de tranquilidade, embora com muito rigorismo, afastando definitivamente as especulações.”

Já o jornal paulista, O estado de São Paulo, de 21 de novembro de 1985 com referência à eleição em Teixeira de Freitas, informou que pós a apuração um recurso do PMDB estava para ser julgado no tribunal superior eleitoral contra decisão do TRE baiano que considerou válidos mais de 11 mil títulos eleitorais anulados pela juíza da Comarca.”

Timóteo Alves de Brito venceu a eleição com 12.660 votos e no dia primeiro de janeiro de 1986 foi empossado prefeito na primeira sessão da câmara realizado no Country Clube Jacarandá, enquanto o povo, na rua,  esperava que o novo prefeito  representasse os interesses das massas mais pobres.

No livro, Os “desbravadores” do Extremo sul da Bahia. História da presença franciscana nessa região -raízes e frutos, observou o Frei Elias que a emancipação não foi  um bom negócio  apenas para Teixeira de Freitas  mas também para a sede Alcobaça.

“Esta emancipação era muito importante, tanto para Teixeira como para Alcobaça. Nos últimos anos, o prefeito residia mais em Teixeira do que no litoral, que ficou quase abandonada, enquanto Teixeira não conseguia desenvolver se livremente.”

O prefeito de Alcobaça Wilson Brito, que administrava a cidade até a posse do primeiro prefeito eleito, disse em entrevista no ano 1985 a revista, As Origens Teixeira de Freitas, que a nova cidade estava fadada a ocupar a posição de capital do extremo sul da Bahia.

Encantado com o potencial agrícola, lembrou que Teixeira de Freitas já nascia como o maior produtor de mamão do mundo e o segundo polo graneleiro do estado.

No presente, 30 anos depois, é triste perceber como um dos alicerces que ergueram a cidade,  agricultura e pecuária , não resistiu à falta de investimentos do estado e a agressividade da monocultura industrial.

Passando de “pau para cavaco”, Lília do Carmo recorda que no primeiro aniversário da cidade  foram realizados eventos culturais, religiosos e uma festa para toda a população teixeirense.

Festa que ainda hoje,mesmo recebendo outras denominações nas últimas décadas como Axé Teixeira, Viva Teixeira, Teixeira folia, nunca deixou de ser chamado pelos moradores de “ festa da cidade” graças a memória das festividades da emancipação ainda muito forte entre todos aqueles que testemunharam o momento mais importante da nossa história política.

Atualizado em 26/03/16

Referencial:

GUERRA, Jaison C. Pereira; SILVA. Leonardo Santos. O processo de emancipação política de Teixeira de Freitas (1972-1985). UNEB 2010.

HOOIJ, Frei Elias. Os desbravadores do Extremo sul da Bahia – História da presença franciscana nessa região -raízes e frutos Belo Horizonte, 2011.

BANCO DO NORDESTE, As origens. Teixeira de Freitas, Fortaleza – Ceará. P.05-07, Janeiro 1986.

Daniel Rocha*

Historiador, Bacharel em Serviço Social, Pós-Graduado em Educação à Distância (EAD), Cinéfilo e blogueiro criador do blog Tirabanha em 2010. Contato Tirabanha@tirabanha.com.br

 Texto atualizado em 27/09/14

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