O domínio e a influência da TV

Por Daniel Rocha

Já é consenso entre os estudiosos e intelectuais da comunicação o fato de que a mídia de massa, televisão, jornais e alguns sites da internet, tem exercido uma grande influência na formação de opinião da população brasileira e mundial, de modo que no Brasil a TV continua sendo a principal fonte de informação para maioria. Fortemente influenciada por ela.

Mas porque isso acontece? Na minha perspectiva isso ocorre devido à falta de um marco regulatório e o fato de que os meios de comunicação de massa não abordam, dentre outras coisas, pesquisas, estudos e informações sobre os males causados pela sua influência no ambiente macro social e político do país em seus programas e reportagens. Produções enviesadas que estimula a bestialização e a derrubada de governos democraticamente eleitos.

Nesse sentido, a título de ilustração, é possível aprofundar sobre o exposto na reportagem “Mídia brasileira, monopólio e manipulação política” veiculada originalmente no Programa The Listening Post da rede de tv Al Jazeera, que abordou o monopólio da mídia brasileira e as consequências desse acúmulo de poder econômico e midiático para a política e a sociedade brasileira, vídeo disponível no YouTube no canal do Mídia Ninja. Confira!

 

O cineclubismo em Teixeira de Freitas


Por Daniel Rocha

Os cineclubes além de oportunizar a exibição de filmes que geralmente não chegam ao circuito comercial também busca desenvolver a sensibilidade e a consciência crítica do público através de conversas e debates, em Teixeira de Freitas dois vem se destacando ao realizar esse trabalho, o Conversê Cineclube e o Cineclube Sal na Pipoca.

Criado pela motivação de pessoas que apreciam exibir filmes para debate, de forma gratuita e popular, os cineclubes  tem dentre outras coisas chamado à atenção de quem comparece as sessões para os detalhes que são evidenciados ou silenciados na construção  narrativa das produções.

 

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Cartaz de divulgação da sessão de maio do Conversê

 

Um bom exemplo dessa motivação e trabalho e o Conversê Cineclub, o primeiro da cidade, fundado em setembro de 2007, resultado de um projeto de extensão do curso de história da UNEB-X,  coordenado pela professora Liliane Fernandes em parceria com acadêmicos da primeira turma do curso de história.

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Josias Pires na exibição realizada no espaço Cultural da Paz. Foto: Jasmim Lima

Além de exibições especiais de filmes e a realização de debates, no formato roda de conversa, o cineclube, que no mês de maio deste ano de 2018 exibiu com destaque, em parceria com o Espaço Cultural da Paz, o documentário baiano “Quilombo dos Macacos” com a presença do diretor Josias Pires, busca através de exibições no espaço acadêmico ou comunitário interagir com a comunidade e discutir as conexões entre a arte e a realidade.

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Exibição do Sal na Pipoca no CSU

Outro bom exemplo é o do Cineclube Sal na Pipoca que na última semana ( 17/07) realizou no CSU (Centro Social Urbano) a exibição do filme “Nise – O coração da loucura” , a mediação ficou por conta do radialista Ramiro Guedes e outros convidados. O cineclube que faz parte do Coletivo das Artes Mutirô também tem como proposta exibir filmes fora do circuito comercial e promover com ajuda de convidados conversas e debates sobre os aspectos dos filmes exibidos.

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Ramiro Guedes mediação e exposição

Conversas e debates que são bem – vindos em uma cidade que conta com seis salas comerciais, duas no Cine Teixeira, Shopping Teixeira Mall e quatro no Cine Cinesercla, Shopping Pátio Mix. Empreendimentos que anseia pela manutenção da cinefilia da massa que para os cineclubistas podem e devem ter um olhar mais conscientes e atento ao que é exibido na tela.

Quer participar? Fique atento nos principais sites de notícias da cidade onde a programação é sempre divulgada, ou aqui no site tirabanha.com.

Agentes Comunitários e de Combate às Endemias conquistam reajuste do Piso Nacional

Por Daniel Rocha

No dia 11 de Julho de 2018, o SINDACESB, Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate às Endemias do Extremo Sul da Bahia, esteve em Brasília, atendendo a uma convocação de urgência,  por parte da Confederação nacional da categoria (CONACS).

Assim, pois pode testemunhar o adicionar deste dia para  a lista dos dias históricos na vida dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias que  conseguiram garantir a aprovação do reajuste do Piso Salarial Nacional, aprovado na Câmara e no Senado.

Depois de longos quase cinco (5) anos, lutando incessantemente na Capital Federal, através de nossa CONACS (Confederação Nacional dos ACS’s e ACE’s), os trabalhadores  conquistaram novamente o direito básico de ter o salário atualizado anualmente, como é comum para todos as outras categorias.

“Sabemos quantas dificuldades passamos e quantos esforços fizemos, sejam Financeiros ou Físicos, para hoje alcançarmos nossos objetivos. Sempre com fé, força e muita determinação de todas as nossas lideranças. E mais uma vez, o SINDACESB de forma direta participa e contribui para essas Grandes Conquistas, mostrando que é uma Entidade ativa e que Luta pelos seus filiados ou não filiados, pois esses também são beneficiados com essas conquistas”. Declarou o coordenador geral do SINDACESB, José Felix.

 

“Poti Loiro” um capoeirista teixeirense

Por Daniel Rocha

Na década de 1970 com a chegada da superintendência da polícia militar no então povoado de Teixeira de Freitas, BA, a violência passou a ser contida através de constantes rondas policiais. Segundo um causo rememorado por moradores essa insistente vigilância provocou a ira dos boêmios e do capoeirista “Poti Loiro”, lembrado como um herói às avessas e popular.

Segundo alguns relatos, até a década de 1960 não havia policiamento intensivo em Teixeira de Freitas e por isso a população convivia com os boatos sobre a ação de pistoleiros, brigas e assassinatos ocorridos em meio a escuridão de um lugar abastecido por geradores elétricos,  ativos apenas até às dez horas da noite.

Essa rotina, perceptível para quem visitava o povoado, e bem visível para quem morava nele, só foi modificada com a chegada da rede elétrica e da superintendência da polícia militar, que prontamente instituiu a vigilância e rondas policiais em uma época marcada pela expansão urbana e demográfica e constantes exibições de filmes do Bruce Lee na tela do primeiro cinema da cidade, o Cine Elisabete.

Embora essas transformações possam ter sido recebidas com euforia pelos moradores locais, a constante vigilância policial em certas ocasiões provocou também a insatisfação de grupos e pessoas habituadas a circular livremente pelo lugar, revelam os causos da época.

Conforme um dos causos ouvidos pelo  capoeirista Sebastião Sérgio, filho de migrantes mineiros,  em uma das rodas de capoeira que frequentou quando criança, realizada na casa de migrantes soteropolitanos  na década de 1970, alguns praticantes da arte marcial como “Poti Loiro” tiveram problemas com recrutas, policiais, responsáveis pelo policiamento local.

Na narrativa ouvida e rememorada por ele, no início da década  de 1970 quando estava a passar pela praça, hoje chamada de Praça da Bíblia, o jovem “Poti” um magro, alto, branco, cabeludo, vestido a maneira hippie, que gostava de fumar livremente “peitou” oito policiais armados nas imediações da  antiga Praça em demonstração de força, valentia e contestação.

Segundo ouviu dizer  toda essa reação foi porque o rebelde “Poti Loiro” teve a infelicidade de cruzar o seu caminho com nada mais, nada menos  que oito recrutas armados que ordenados por superiores, o repreendeu com violência e brutalidade diante de diversos moradores e passageiros que aguardavam o ônibus na  Rodoviária , hoje conhecida como “Rodoviária Velha”.

Ainda de acordo com a narrativa do capoeirista  “Já havia entre eles uma rixa”e por esse motivo foi convidado a se retirar do lugar  de modo que ao ser tocado com força “Poti” teria reagido em fúria dando mostra de grande habilidade , golpes rápidos como saltos, parafusos mortais e meia-lua que levou ao chão os “repressores” que na sequência o conduziu até a delegacia, solto horas depois do ocorrido.

Segundo um morador, que preferiu contribuir para essa construção de forma anônima, ao ser perguntado se conhecia o causo “Poti Loiro” e as razões da confusão, respondeu que sim ressaltando que naqueles tempos a falta de iluminação pública favoreceu muito para que houvesse embates e confrontos dos responsáveis pelo policiamento com os boêmios e outros moradores.

“Só existia iluminação via gerador elétrico que funcionava até às dez horas da noite. Por essa razão recrutas percorriam as ruas do então povoado repreendendo às pessoas, sobretudo os boêmios na Rua do Brega com certa dose de exageros… Acontece que Poti era contra esse tipo de repreensão e quando presenciava ou era repreendido de alguma forma reagia com força… Eu não me lembro dessa história da Praça da Bíblia, mas  pode ter acontecido. Sei de uma que ele afrontou os recrutas que repreendia um grupo de estudantes que namoravam na rua durante a noite (…). Poti era muito querido por todos e às vezes temido”.

Ainda de acordo com o morador que gosta de lembrar-se de sua vida “pregressa” como boêmio contumaz na Rua do Brega, rua boêmia, “Poti” era de família rica e os policiais “considerava isso” antes de fazer qualquer coisa com ele. “Daí também sua coragem e valentia”.

Já Mário Santos Almeida, natural de Medeiros Neto, quarenta anos morador na cidade, afirma ter tido a oportunidade de “conhecer de vista” Poti Loiro era “uma figura conhecida e popular que não passava despercebido em Teixeira”.

Em conformidade com essa perspectiva, Mário Santos o descreveu como um Bruce Lee local, um rapaz forte, rebelde que  era compreendido como um “brigão e valente”, mas que na realidade raramente se envolvia em confusões.

Contudo, lembra, que quando “Poti” era de alguma forma repreendido reagiam com ânimo, vigor e com a  boa capoeira que lhe conferiu a fama, por isso acredita que o causo do enfrentamento dado na Praça da Bíblia é verdadeiro.

Mário também ratifica que naqueles tempos os recrutas  reagiram de forma ríspida, “tinham suas razões.” Porém acredita que o confronto não tem nada a ver com o fato de Poti ser um capoeira ou qualquer outra coisa.

“Na verdade ninguém gostava da vigilância desses agentes (…). Todos tinham vontade de partir pra cima, porém só “Poti” tinha o tamanho, a força, a coragem e o status para isso”.

Ao ser informado desses novos detalhes Sebastião Sérgio “o mestre Pinote” afirmou apenas que na versão que conhece, a que ouviu quando criança, “Poti Loiro” enfrentou e derrotou com golpes de capoeira policiais armados no centro do povoado, não sendo possível discordar ou concordar com outras perspectivas.

Fontes

ROCHA.Daniel; OLIVEIRA. Danilo. Cinema – Contribuição no processo de Formação da Sociedade de Teixeira de Freitas nos anos de 1960, 1970 e 1980.

Fontes Orais:

Sebastião Sérgio, conversa informal realizada em  novembro de 2016.

Mário Santos , conversa informal em março de 2017.

Morador anônimo,  conversa informal em  agosto de 2017.

Diversos moradores contribuíram com informações sobre que certificaram os fatos expressos, a todos  o nosso agradecimento.

Foto: Capoeiristas desfilam no sete de setembro de 1975 na avenida Getúlio Vargas.  Acervo do Departamento de cultura de Teixeira de Freitas. Pesquisada e cedido em 2016.

Veja também:

Teixeira de Freitas Secreta : A igreja subterrânea

Memória Estudantil

Se você chegou até aqui parabéns! Tens o hábito da leitura.

 

 

 

O causo da Marrom Glacê e a copa de 1986

Por (Daniel Rocha)

Teixeira de Freitas 1985, faltando menos de um ano para a Copa do Mundo do México a expectativa dos brasileiros era grande. No bairro Recanto do Lago funcionava o badalado Bar Boate e Boliche Marrom Glacê. Como era de costume todas as noites diversas pessoas procuravam o local para se divertir e paquerar ao som das músicas do momento, recorda um ex-funcionário e antigos frequentadores.

Em meados da década de 1980 estudar durante  a noite estava em alta e diferente de hoje, a faixa etária que cursava o segundo grau era na maioria formada por pessoas com idade acima de 20 anos, homens e mulheres, trabalhadores, que só tinham tempo para estudar durante a noite e a gíria da moda era dizer “qual é a transa” e com ela se conseguia “muitas”, diga-se de passagem.

Por essas e outras razões no período noturno, ao final da aula, rapazes com os carros estacionados na Avenida Getúlio Vargas, aguardavam próximos a escola Rômulo Galvão, as estudantes afins de convidá-las” para um trago” em uma boate/bar ou danceteria mais próxima, segundo contou Maria Mariana (em memória) em uma conversa informal.

Ainda de acordo com a versão dela, alunas “desavisadas” acabavam conhecendo alguém por acaso. Acontecia de confundir o carro do namorado com o de qualquer outro parado em frente à escola e esticar a confusão até um bar próximo. Nesta condição, como aluna e trabalhadora do comércio, revelou, também frequentou o bar boate Marrom Glacê.

Endereço da moda entre estudantes a boate usava a estratégia da boa música e do som alto para atrair a clientela. As longas filas na entrada e o auto volume do som fazia parte da rotina do espaço, acontece que o movimento e barulho incomodavam os vizinhos.

Narram alguns moradores do bairro Recanto do Lago que em um dia de um mês desconhecido do ano de 1985 a reação de um morador migrante capixaba pôs fim às atividades da próspera boate.

Segundo o garçom e gerente de confiança do estabelecimento, Francisco Ferreira, uma família de capixabas, moradores das proximidades da boate, reclamavam constantemente do alto som durante a noite.

Narra que de tanto reclamar o vizinho perdeu a paciência, pegou a arma que tinha disponível em casa, e disparou diversos tiros no Toca Discos. “Quando o dono chegou falei que os caras apareceram dizendo que iriam baixar o som… Desceram a bala eu que não podia fazer nada, fiquei quieto!”

Segundo o narrador do causo o fato foi registrado na polícia, porém não foi necessário ir além do Boletim de Ocorrência (BO) porque no outro dia eles pagaram o prejuízo esclarecendo ao proprietário e os desavisados a razão da atitude tomada.

A família tinha um filho doente que não dormia com o som naquele volume, incentivado pela situação e os vizinhos o pai da criança depois de pedir por diversas vezes para diminuírem o som tomou, dominado pelo desespero, aquela atitude drástica.

Ainda de acordo com o antigo funcionário ouvido depois do incidente o bar não demorou baixar para sempre as portas. “Porque sem o som o público jovem perdeu o interesse. A moçada gostava era de música alta sem ela o bar ficou sem o atrativo”.

Sobre o fim da Marrom Glacê lamenta Francisco. “Estávamos esperando com ansiedade a copa do mundo de 1986 começar para fazer uma grande festa, pena que não alcançou.”

 

Daniel Rocha

Historiador, Cinéfilo e blogueiro criador do blog Tirabanha em 2010.

Fontes Orais:

Francisco Ferreira

Edivaldo “sombra”

Maria Mariana Esteves.

 

A canção não oficial da Copa de 1998 em Teixeira de Freitas

 

Por Daniel Rocha

Quando procuramos ou compramos um Game Play esportivo para jogar a última coisa que pensamos é na trilha sonora, afinal queremos apenas nos divertir. Porém em alguns momentos o tema principal e a trilha ,como o todo, roubam a cena e marca para sempre uma geração, como por exemplo marcou a música Song 02 da banda Blur, do Game Play FIFA Soccer 1998, uma das músicas não oficiais de maior sucesso da história do evento esportivo.

 

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A música é uma das mais lembradas em época de Copa do Mundo pela geração do final dos anos 1990 que perdia tardes inteiras nas badaladas games. Em Teixeira de Freitas a Sport Games que ficava na Av. Getúlio Vargas e que atendia os jovens dos Bairros Bela Vista e Recanto do Lago, chegou a organizar torneios de Winning Eleven 03 em 1998, Copa na França, o mais popular da época, ao som do tema principal da FIFA Soccer a pedido dos jogadores e espectadores hoje saudosos da época e ligados na copa da Rússia 2018 . Nunca ouviu? Confira!

 

Foto: Imagem ilustrativa

 

 

 

A segregação das identidades em Teixeira de Freitas

Por Daniel Rocha

Tem crescido na cidade de Teixeira de Freitas um sentimento de segregação que se expressa na construção de fronteiras invisíveis evidentes através  da adoção de um modelo de sociedade que possibilita a lógica da “guetização” da  identidade local.

É importante salientar que não existe uma situação de segregação, mas a meu ver pode se dizer que há um sentimento parecido em vigor que ganha força com o avanço de um modelo de sociedade que tem valorizado, de forma intensa, a formação de grupos e guetos sociais em um processo de  “guetização” das identidades culturais.

Atualmente, percebe-se que, o discurso de que a “localização define seu status social” já pode ser compreendido como um sintoma desse sentimento crescente na cidade quando, por exemplo,  se analisa, informalmente, o modo que lidamos com as classificações dos espaços de residências como bairros para os ricos e bairros para os pobres, condomínios do governo, condomínios de luxo etc.

Categorização que evidencia uma lógica da guetização dos locais de convivência e  também dos cidadãos que acabam rotulados por denominações ligadas a essas separações.

É válido ressaltar que outros fatores arrojaram esse sentimento nas últimas décadas na cidade e no país como o avanço do individualismo, o crescimento desordenado da cidade, as redes sociais e disseminação pela mídia de costumes estranhos à cultura, memória  e identidade local.

O resultado desse enquadramento é a crescente mutação e empatia de alguns quanto a diversidade social existente na cidade e o abandono  de eventos tradicionais de vivência e manifestações populares,por exemplo, como as festas juninas que a cada ano têm  sido levadas para espaços privados e fechados onde prevalece o viés da capitalização da tradição.

Tendo em vista esses pressupostos, compreendo que há em Teixeira de Freitas a manutenção e o fortalecimento das fronteiras invisíveis que vem se consolidando através de um modelo de sociedade que possibilita a lógica da “guetização” que também influencia o modo como o cidadão vem interpretando o conceito de igualdade, cidadania, cultura e identidade nos últimos anos.

A multirreferência em Deadpool 2

Por Daniel Rocha

Tão eficiente como o primeiro filme da franquia lançado em 2016, Deadpool 2 (Em cartaz) traz durante duas horas de filme diálogos recheados de divagações com citações a personagens e filmes, séries, música e desenhos animados da cultura pop, que evidencia a tendência multirreferencial das recentes produções americanas.

Essa nova investida de Hollywood é certeira, pois, muni os nerds, eternos consumidores, de status por ter visto os filmes referenciados e atiça a curiosidade dos que não conhecem para os produtos citados.

A multirreferência ajuda o expectador a vivenciar experiencias novas e a indústria lucrar ainda mais para além da quebra da 4º parede, tão bem explorada pelo personagem do filme, que não economizam em citações e piadas, por exemplo, feitas com produções da DC e personagens do  universo dos X- Men.

Porém o filme não se resume apenas nisso, Ryan Reynolds entrega um Deadpool fiel aos quadrinhos e a si mesmo, Josh Brolin um Cable de motivações convincentes e Zazie Beets uma simpática Dominó e seus poderes de sorte.

A sequência é bem divertida e mais uma vez rompe com o velho clichê “herói com poderes especiais salva o mundo da destruição” e diverte com doses cavalares de ação, humor escatológico e referência a cultura pop.

DEADPOOL   02

CINESERCLA PÁTIOMIX TEIXEIRA DE FREITAS

Sessões:

18:30H / 20:50H / 21:00H

CINE TEIXEIRA

Sessões:

18:00H / 20:30H

 

 

Informações Adicionais:

Classificação: 18 ANOS

Gênero: AÇÃO / COMÉDIA

Duração: 2H00MIN

Dublado

*Programação sujeita a alterações.

MAIO DE 68

Na Champs-Élysées, uma multidão

Empunha a liberdade guiando o povo,

Ao som de canções a iluminar a noite.

O delírio é palpável,

Como a utopia tomando o poder.

Um século de história

Revividos na intensidade

Daquele instante: éramos Maio de 68.

Onde está tudo isso agora?

Erivan Santana

 

Veja também: 

Revolução dos cravos

A estrela d’alva e o sol

Juízo final

A carta

Fim de tarde

O ensaio de Maitê

Sindicato avança em negociação em Mucuri

O SINDACESB -Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias do Extremo Sul da Bahia.  através de seus representantes: o coordenador geral José Félix, o segundo coordenador Cristiano Correia Alves, a secretária geral Cleide Cristina, a Delegada sindical do município de Mucuri Conceição Silva e o delegado sindical Paulo Alves e o Assessor Jurídico da entidade Dr. Nelson Quadros, estiveram no último dia 07 de Maio reunidos a Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Mucuri, presidida pelo vereador Dr. Hélio da Fisioterapia e o secretário da Comissão, o vereador Xandão. Ainda contamos com as importantes presença dos vereadores Isaías Ferreira e Beto Borges.
Também estiveram presentes o secretário de Finanças do município o Senhor  Carlos André Medeiros Kock, o procurador geral do município Dartaian Chaves Menezes, o secretário de Saúde de Mucuri Ronaldo Simões do Nascimento, coordenadora da Atenção Básica Jirlian Pereira Souza Lima, o procurador da secretaria de saúde Dr. Juscelino e representantes do sindicato dos servidores do município (SINDSERVIM), e o assessor jurídico Flávio Vieira.
Tendo como pauta única apresentação da proposta para pagamento do PMAQ (Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade) Dr. Hélio presidente da Comissão de Saúde, abriu a reunião Dando boas vindas aos presentes, ressaltou da importância de estarmos novamente reunidos na Casa do Cidadão.
Após intenso debate a cerca da forma de pagamento ficou definido que a administração irá  pagar  o dinheiro referente a premiação  da seguinte forma; 12(doze) meses de 2017 e os 4 (quatro) meses de 2018, totalizando 16 meses em 5 parcelas, sendo a primeira logo após a homologação da juíza. Proposta aceita pela gestão e também com o apoio dos vereadores presentes.
Ficou acordado que os valores serão divididos em partes iguais, mediante as notas de cada Equipe de Saúde da Família na última Certificação (Segundo Ciclo). Assim, ficando eliminadas atas emitidas pelas unidades, definindo meritocracias quanto ao recebimentos dos valores. O que contraria o artigo 4° da Lei Municipal 633/13.
 Criada uma  Comissão para a elaboração das novas planilhas de pagamento
Também foi criada uma  Comissão para acompanhar a elaboração das novas planilhas de pagamento, sendo: dois membros de cada Sindicato, do SINDACESB (Cristiano Correia Alves e Conceição Silva), do SINDSERVIM (Alessandra Mirandola e Rielma), dois membros a serem indicados pelo Conselho Municipal de Saúde e dois membros da Gestão.
Foi decidido que todos que trabalharam nesse período irão receber proporcional aos meses que tenha prestado os serviços. Caso não se encontrem mais no município depositar os valores em conta indicada pelo servidor ou servidora, após contato com os mesmos. Em caso de morte do servidor ou servidora, os valores serão repassados para seus familiares.
Sobre mais esta conquista dos servidores, em especial o ACS e ACE representados pelo SINSACESB, falou o coordenador geral José Félix: “Damos graças a Deus por mais esta conquista” onde devemos atribuir os  méritos a TODOS os servidores dos PSF’S, que acreditaram e confiaram em nossa entidade, na habilidade em negociar, na certeza que procuramos sempre dentro das condições, proporcionar o que for melhor para nossos servidores (ACS e ACE) e demais servidores das referidas Unidades (PSF’S). Pois o direito assiste a todos e TODOS saímos ganhando com esta negociação”.  A LUTA COM CERTEZA É QUEM FAZ VALER A LEI.  Juntos somos mais fortes!

História, Recordações, Relatos, Causos e Memória