Os olhos verdejantes
da deusa
iluminavam a manhã
de novembro,
e a maestria de Cézanne
captava o nu natural
e a beleza
daquele instante..
O côncavo e o convexo,
as curvas sinuosas,
se misturavam
à paisagem italiana,
enquanto saudoso,
Leonardo se lembrava
da Monalisa:
o corpo tem o sopro
do Divino!
Erivan Augusto Santana
Veja também:
O saxofonista no telhado
Em busca do tempo perdido
[…] O ensaio de Maitê […]
[…] O ensaio de Maitê […]